As 10 ações do Ibovespa que mais se valorizaram no 1º trimestre de 2025
Cogna (CONG3) sobe +91,7% nos primeiro trimestre, enquanto a Bolsa brasileira valorizou 8,51% nos primeiros três meses do ano

Diferentemente do que foi apresentado no final de 2024, a Bolsa brasileira iniciou 2025 com um bom desempenho, registrando seu melhor 1º trimestre desde 2022.
Com os ativos de risco praticamente abandonados no país, nossa Bolsa foi beneficiada pela forte entrada de capital estrangeiro em meio aos temores globais — em especial, ligados às medidas que vêm sendo adotadas nos EUA e a uma possível recessão no país americano.
Enquanto os índices americanos atravessam um cenário de correção (após o rali no último ano), o Ibovespa, principal índice brasileiro, subiu +8,3% no 1° trimestre de 2025.
Ibovespa tem melhor desempenho no 1º tri desde 2022
Os investidores brasileiros começaram o ano com o pé direito. Além da alta de +8,3% do IBOV no 1T25 (melhor 1º tri desde 2022 e melhor que qualquer trimestre de 2024), os índices IDIV e SMLL subiram +6,2% e +8,9%, respectivamente.

O movimento é um alívio considerável após as quedas generalizadas da Bolsa brasileira em 2024 — em especial, as observadas no final do ano.

Educação e varejo puxam o Ibovespa no 1T25
No trimestre, o Ibovespa foi impulsionado, principalmente, pelos setores educacional e varejista. Entre as 10 maiores altas no período, cinco atuam nesses setores.
A maior alta (disparada) ficou por conta das ações da Cogna (COGN3), que quase dobraram de valor no 1T25, com alta expressiva de +91,7%. Ainda que a empresa tenha registrado resultados melhores, vale lembrar que seus papéis caíram -68,8% em 2024.
Em segundo lugar do ranking, o Magalu (MGLU3), cujas ações já sobem +56,2% no ano. Assim como a Cogna, mesmo que a varejista esteja apresentando melhores números financeiros, seus papéis também tiveram queda significativa em 2024, de -69,7%.
Ainda no Top 10, vale destacar as altas do Assaí (ASAI3), de +36,1%; da YDUQS (YDUQ3), de +35,0%; e do Carrefour (CRFB3), de +33,5%.
As 10 ações do Ibovespa que mais se subiram no 1º trimestre de 2025
Entre as 10 maiores altas do ano, também cabe ressaltar que as sete primeiras posições são consideradas como “small caps” (valor de mercado de até R$ 15 bilhões) — empresas com ações de baixa liquidez, o que também contribui para oscilações de preço mais expressivas.
Empresa | Ticker | Var. (%) |
Cogna | COGN3 | +91,74 |
Magazine Luiza | MGLU3 | +56,15 |
CVC Brasil | CVCB3 | +53,62 |
Cyrela | CYRE3 | +41,00 |
Assaí | ASAI3 | +36,14 |
YDUQS | YDUQ3 | +34,97 |
Atacadão | CRFB3 | +33,52 |
TOTVS | TOTS3 | +25,27 |
TIM Brasil | TIMS3 | +24,90 |
BTG Pactual | BPAC11 | +24,59 |
Ranking de maiores altas do Ibovespa no 1T25. Fonte: Bloomberg
O que esperar do Ibovespa no 2º trimestre de 2025?
Para o segundo trimestre de 2025 e o restante do ano, a expectativa segue positiva, mesmo que o momento siga desafiador com riscos fiscais e políticos no Brasil e um cenário externo ainda nebuloso.
Apesar das altas generalizadas da Bolsa brasileira, o Ibovespa segue negociando a múltiplos atrativos, com um Preço/Lucro de 10,9x (abaixo da média de 14,1x nos últimos 10 anos) e um EV/Ebitda de apenas 6,4x (abaixo da média de 9x).

Obviamente, o que é barato pode permanecer barato por muito tempo (é o que estamos vendo na Bolsa brasileira há cerca de quatro anos).
Contudo, caso existam melhores sinalizações econômicas e políticas (principalmente relacionadas às eleições de 2026), esses gatilhos poderão contribuir para a continuidade (ou até aceleração) do movimento de alta no nosso mercado.
Por fim, vale lembrar que, apesar de a Bolsa estar, em média, descontada, não recomendamos que compre qualquer ação para se beneficiar de possíveis altas futuras.
Seja inteligente com seu dinheiro. Foque sempre em empresas que podem entregar bons resultados independentemente do cenário e pague um preço adequado por seus papéis. Lembre-se: no longo prazo, as ações acompanham os resultados.
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